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Variações do seu nome: Dependendo do país e da região, Santa Margarete também pode ser chamada por Santa Margareth, Margarida ou Margareta. Na Europa Oriental ela é também invocada como Santa Marina.
História: Margarete era uma bela jovem que vivia na Antioquia, Pisidia (Ásia Menor) atual Turquia. Ela era filha de Teodósio, um sacerdote dos gentios, mas foi criada por uma enfermeira cristã. Quando se converteu ao cristianismo foi batizada. Por isso, foi expulsa de casa pelo seu pai. Ela então tornou-se pastora de um rebanho de ovelhas, mas sua beleza despertou a atenção do governador da cidade, Olibrius, que a desejou como esposa ou amante. Mas ela recusou. Carrascos tentaram matá-la em um grande caldeirão. Margarete manteve-se em paz e cantava hinos a Jesus. Não sentia dor alguma e nenhuma queimadura maculou sua carne. O caldeirão continha óleo fervendo e tudo aquilo que estava acontecendo parecia ser absurdo. Ela ainda sofreu outras torturas nas mãos de Olibrius, mas suportou todas e recusou-se a ceder. Como falharam diante de milhares de espectadores (que segundo a tradição foram convertidos ao cristianismo) o procônsul encarregado |
| Após sua morte o seu corpo foi reclamado pelo escriba Theotimus e enterrado por uma viúva nobre. As suas relíquias teriam sido roubadas da Antioquia em 980 d.C. e trazidas para San Pedro della Valle e daí transferidas para Montefiascone, Itália em 1145. Algumas de suas relíquias foram levadas para Veneza em 1213. Não obstante, várias outras cidades através da Europa afirmam terem parte de suas relíquias em suas catedrais.
Na arte litúrgica da Igreja ela é representada carregando uma cruz ou pisando em um dragão (tanto emergindo da sua boca quanto espetando-o com uma lança que tem uma cruz na ponta), pois, segundo a tradição, durante seu exílio, ela teria sido engolida por um demônio que emergiu na forma de um dragão. Este, teve seu estômago irritado por uma cruz que Margarete carregava e a expeliu ainda viva. |
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